(2018)
Uma visita a este palacete é ponto de interesse na GR11 - Cascais, seja durante o dia ou durante a noite.
É um dos mais bem preservados no que respeita ao seu conteúdo, que já visitamos.
Remete mesmo a nossa imaginação para as vivências do dia-a-dia, no seu interior, em tempos que já lá vão.
O mobiliário foi o que mais agradou o papá
A biblioteca do piso térreo, que quase parece uma passagem secreta ou um esconderijo, atiçou a imaginação do nosso pequenote, quando da visita em 2018, no âmbito de uma atividade do Festival LUMINA.
Em 2018, visitá-lo ao som de um duo de guitarras, que tocava no claustro do museu, fez voar ainda mais a imaginação.
(2017)
Em 2024, nova visita no âmbito da iniciativa "Noite dos Museus", permitiu registo fotográfico, mais digno para podermos melhor recordar este local.
A sua arquitetura romântica de conto de fadas, continua a despertar a nossa imaginação e a levar-nos para cenários de outras épocas.
O Museu apresenta coleções de pintura, escultura, ourivesaria, mobiliário e porcelana, entre outras, provenientes da China, da Índia e do Brasil, além da Europa.
São vários os objetos que estão distribuídos ao longo do percurso de visita, de acordo com a sua função e as vivências do palácio.
Infelizmente de noite os registos fotográficos não são os mais bem conseguidos, mas posso garantir que até para o membro do trio que sofre de vertigens, valeu a pena o risco 😉
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