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GR11 - Caminho do Atlântico - Cascais - Troço: Praia da Rainha - Boca do Inferno




 Mais um pequeno troço da GR11 , no concelho de Cascais, pequeno e fácil, com cerca de 2km e 30-40min. de execução, em linha reta.


Já o executámos, por diversas vezes, quer de Sul para Norte, ou vice-versa.


É um troço, com diversos pontos de interesse, como tal, perdermo-nos no tempo, é mais que natural.


Sendo, percorrido, mais uma vez com auxilio de um calçadão, na sua grande maioria do percurso, torna-se bastante acessível à maioria.


E sendo ladeado, por pequenas praias, em muitos dos pontos, permite incursar até elas, para refrescar, sempre que o tempo assim o permitir.


Hoje relembramos o percurso - Praia da Rainha  - Boca do Inferno


Seguindo quer junto ao mar, ou deambulando um pouco, pelo interior da vila, os pontos de interesse sucedem-se, quer seja pelo interesse arquitetónico, histórico ou pela paisagem natural, que nos captam o olhar.









Antiga vila piscatória, que foi, mantém na sua marina, um ponto de interesse.





Outro dos pontos de interesse onde sem margem de dúvida, vale a pena entrar, é na cidadela de Cascais, hoje transformada, numa exposição de obras de escultura a céu aberto.














Os Museus, no centro histórico, sucedem-se, pelo que é fácil perder o foco, no Caminho e deambular por entre os mesmos, mas isso ficará para outra publicação 😉



O palacete dos Condes de Castro Guimarães...


... e o Farol de Santa Marta, ambos já visitados, por nós, também merecem uma publicação exclusiva, que faremos brevemente...


A pequena praia junto ao palacete, com acesso por escadas, também pode servir para aceder a um refrescar do pézinho, em dias mais soalheiros...




Terminado o troço, junto à Vila, começa um calçadão junto às arribas rochosas, que nos levará até à "Boca do Inferno"













A Boca do Inferno é uma caverna escavada pelas ondas do mar  que ao golpearem as rochas, as foram esculpindo de forma muito particular. 






Há quem diga que se for visitada, num dia em que haja temporal, que quase se pode ouvir o demónio enfurecido a sair das profundidades terrestres e daí terá surgido o nome sinistro do local...





Não podemos atestar a veracidade, do que dizem os locais, mas podemos afirmar que, podem ao menos desfrutar do som que as ondas fazem contra as rochas e do passeio pelo miradouro e arredores. 





Nós fomos, num dia com o mar tranquilo, e podemos assegurar que a paisagem indescritível, associada ao som das águas e ao cantar das gaivotas, faz seguramente valer a pena o caminho...





Sendo este mais um percurso linear, há que retemperar os ânimos, pois aguarda-nos agora o caminho de regresso...








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