Localizada na belíssima enseada do Portinho da Arrábida e escondida pela vegetação rasteira da serra, encontramos a estação arqueológica do Creiro, envolta por uma paisagem magnífica.
Este local é ponto de interesse do PR3 STB
A riqueza em pescado, a existência de uma nascente de água doce e de um fundeadouro natural, propiciaram a construção desta fábrica romana, cujas ruínas foram escavadas, estudadas e abertas ao público sob a égide do MAEDS (Museu de Arqueologia e Etnografia do Distrito de Setúbal)
A laboração desta fábrica ter-se-á iniciado no 3.º quartel do século I d.C., tendo continuado a funcionar até ao século II, altura em que parou a produção.
Na 2.ª metade do século IV, a produção foi retomada com a reactivação de uma parte da oficina, que se encontraria degradada devido ao abandono.
A produção na fábrica romana do Creiro terá cessado definitivamente no 1.º quartel do século V.
Na 2.ª metade do século IV, a produção foi retomada com a reactivação de uma parte da oficina, que se encontraria degradada devido ao abandono.
A produção na fábrica romana do Creiro terá cessado definitivamente no 1.º quartel do século V.
A construção da fábrica do Creiro durante a 2ª metade do século I d.C. incluíu não só a oficina de produção, mas também zonas destinadas possivelmente a habitação, armazéns e balneário.
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