Passeio do Tejo
No Jardim do Passeio dos Heróis do Mar, tem início, a zona do Parque das Nações, que dá pelo nome de Passeio do Tejo.
Este é um local de revisitação frequente nos Nossos Caminhos, desde sempre, mas estas fotos retratam um passeio em família levado a cabo em janeiro de 2018.
Com a Ponte Vasco da Gama em pano de fundo e o Nosso tão querido Rio Tejo, lado a lado, este é um Passeio recomendado, seja qual for a altura do ano.
Mais um Caminho, no qual tivemos outra caminhante por companhia 😉
Neste jardim encontramos uma das muitas obras de arte deste imenso Parque, uma estátua com 10 metros de altura que foi construída nos Estados Unidos da América pela Associação Friends of Queen Catherine, de forma a celebrar o facto do Borough de Queens, em Nova Iorque, dever o nome à Rainha D. Catarina.
O Parque das Nações é a prova viva de como o que era feio se pode tornar belo…
Local onde sob o olhar do magnífico rio Tejo, Lisboa fica de olhos postos no Futuro…
Amo a minha cidade sob todas as suas vertentes, do mais antigo ao mais futurista…
A esta parte do Parque das Nações, é dado o Nome de "Caminho da Costa".
O “Caminho da Costa", assim como foi denominado este espaço de margem durante a Exposição Mundial de Lisboa de 1998, percorre a frente rio possibilitando um permanente contacto visual com o elemento água.
Seguidamente entramos no Jardim Garcia D'Orta, o qual se encontra dividido em diversos talhões.
Como por exemplo o Talhão da Macronésia, onde da flora dos Açores e Madeira sobressaem os chazeiros oriundos da plantação de Gorreana e outras culturas como a cana-de-açúcar e o tabaco, bem como a Laurissilva - formação vegetal que cobre extensas áreas dos arquipélagos. Da ilha de Santiago em Cabo Verde destacam-se o dragoeiro, a Phoenix atlantica, uma palmeira endémica desta região, o Indigo e o Aloé Vera.
Para Cabo Verde escolheu-se representar a paisagem "cultivada", feita de retalhos de culturas importantes daquela ilha. Ao contrário dos outros talhões, onde à partida se procurou ilustrar a flora local, aqui conta-se a história das espécies introduzidas, reflexo da importância deste arquipélago como plataforma de aclimatação.Como elementos de grande destaque foram escolhidos o dragoeiro (que também teve importância económica com a extração do pigmento "sangue-de-drago “e, por isso, é hoje uma espécie rara e protegida) e uma palmeira endémica desta região: a Phoenix atlantica.
Ao passar o barranco seco entramos na área do Faial e da Madeira, onde se impõem os muros negros basálticos, atrás dos quais cresce o chá (Camellia sinensis), a Cana-de-Açúcar e o Tabaco. Da Laurissilva do Faial estão representadas algumas espécies como o Laurus azorica, o Pau-branco, o Barbusano e o Til.
Uma latada de vinha e jasmim remata a saída do talhão.
Talhão de S. Tomé e Brasil, onde Palmeiras de 9 metros passam acima do ripado da estrutura, e nos troncos cobertos de picos ferozes das Chorisia encontram-se as orquídeas. O chão está coberto de bromeliáceas e completado com as plantas oriundas de S.Paulo.
Ao sair da ponte que atravessa a cascata, a Ravenala dá as boas-vindas a S. Tomé e à vegetação de formas desconhecidas. Aqui a vegetação recria o ambiente húmido e denso da ilha, misturando-se as plantas autóctones com as introduzidas, nomeadamente, a bananeira (Musa paradisiaca) a Colocasia e uma abóbora (Lagenaria) que reveste o solo de folhas largas.Os núcleos de árvores têm um sub-bosque de arbustos e herbáceas de grande porte. Dominam os fetos e begónias.
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