Integrada na iniciativa, "Jardins Abertos" da Primavera de 2018 , escolhemos os Jardim Botânico da Ajuda, para visitar.
Um jardim que já conhecíamos, mas do qual não tínhamos registo fotográfico...
Era mais um, que estava apenas registado na nossa memória falível, por isso decidimos eterniza-lo
Começámos por ser recebidos por seres ligeiramente viscosos, mas que de tão pequenos se tornam adoráveis 
Depois somos surpreendidos pelo colorido das peças da exposição de cerâmica contemporânea " O Barroco no Jardim Botânico da Ajuda" do Artista António Vasconcelos Lapa.
Colorido que se une ao colorido das flores e dos magníficos pavões em perfeita harmonia.
De seguida somos testemunhas de momentos de ternura de uma pavão fêmea branca protegendo as suas crias.
Mais uma vez fico fascinada com estas criaturas que literalmente se pavoneiam diante de nós, sem qualquer receio...
Quase apetece tocar-lhes...
As suas penas aparentam ser tão macias como o veludo e o reflexo do sol no seu colorido torna-os ainda mais fantásticos.
Dos seus terraços, avistamos a ponte sobre o rio Tejo, a cúpula da Basílica da Estrela e até o Padrão dos Descobrimentos

Num dos cactos, tivemos oportunidade de apreciar a meticulosa execução de uma teia de aranha 
.
O pai colocou um pequeno pau na teia e logo a pequena aranha acorreu para verificar, se se tratava de alimento - Certamente ficou desiludida
. Como é um malandro, depois foi o Miguel a fazê-lo, com cuidado para não destruir a teia, mas desta vez a aranha já não acorreu - "Só me enganam uma vez!" - terá pensado certamente
. Em vez disso começou a sacudir avidamente a teia, para tentar soltar os paus invasores. Como é magnifica a natureza. Ainda pensamos nós que somos os "Inteligentes" ... 

O esplendor da Primavera, faz-se sentir neste jardim. 












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